quarta-feira, 28 de dezembro de 2011


EU  TE  AMO


 Autor: Zé Renato Rodrigues

      Se a saudade é uma dor que carregamos na alma, decorrente de bons momentos vividos, chorarmos por quê? Melhor é nos confortarmos, partindo do pressuposto: “já fui feliz um dia, e esse peso que carrego hoje é porque ontem amei”. A alternativa que nos resta é somente uma, dizer: “eu nunca vou te esquecer, EU TE AMO”.

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

       
                  CORRENTEZAS  DO  NATAL
Autor: Zé Renato Rodrigues

Como as águas correntezas tão  puras seguem seu destino,
Assim com muita pureza deve ser o espírito Natalino.
Como as águas correntezas seguem para o oceano,
Assim devemos seguir os exemplos de Jesus Cristo - soberano.
Como as águas correntezas cheias de encanto e beleza,
Assim devemos nos encher de amor, pra usufruir da natureza.
Como as águas correntezas  cortam as terras dos sertões,
Assim devemos cortar nossos terrenos de ilusões.
Como águas correntezas seguem solta sem abrigo,
Assim é a liberdade nos estimula ao perigo.
Como as águas correntezas, claras, igual as noites enluaradas,
Assim é a noite de Natal, claro que há bebidas exageradas. 
Como as águas correntezas não param de caminhar, 
Assim é a noite de Natal, a bebida não para de rolar.
Como as águas correntezas agitadas corredeiras, 
Assim é a noite de Natal, agitação, acidentes e choradeiras.
Como as águas correntezas banham o leito da terra, 
Assim é a noite de natal, banha um pranto e a alegria se encerra. 
Como as águas correntezas, não obedecem o sinal, 
Assim, os direção perigosa, são "Correntezas do Natal".








sábado, 17 de dezembro de 2011

ÁRVORE DE NATAL


     Autor: Zé Renato Rodrigues


    Nascimento do MENINO JESUS,  esperança, amor, alegria e novos frutos da vida.  É  tudo o que  simboliza  a Árvore de Natal.
    Na mais perfeita  harmonia de um lar, nas palavras de carinho fraterno, na paz, na serenidade espiritual, no contentamento de viver, na fé, na presença de  JESUS de NAZARÉ, nosso IRMÃO MAIOR FILHO do CRIADOR, curtam  este Natal.                
    Aproveitem para dar um abraço nos parentes, nos amigos, porém não se esqueçam que o amor ao próximo não é somente esse dia do ano, e os outros 364, o ódio, a intriga, a inveja, as guerrinhas religiosas que separam as famílias. Pois JESUS CRISTO  não indicou nenhuma religião, ensinou que deveríamos amar uns aos outros,  como ELE nos ama.

Chega de ouvir de alguns protestantes: "O diabo está escondido atrás da Árvore de Natal."



           SIMPLES  MANJEDOURA

          Autor: Zé Renato Rodrigues 

    A palavra "presépio" significa "um lugar onde se recolhe o gado, curral, estábulo, manjedoura". No entanto, esta também é a designação dada à representação artística do nascimento do Menino Jesus num estábulo, acompanhado pela Virgem Maria e São  José , uma vaca e um jumento, por vezes acrescenta-se outras figuras como pastores, ovelhas, anjos, os Reis Magos, entre outros. Os presépios são expostos não só em Igrejas mas também em casas particulares e até mesmo em muitos locais públicos.
    A característica mais importante de um presépio e a que mais facilmente permite distingui-lo das restantes representações da Natividade, é a sua mobilidade, o presépio é modificável, neste com as mesmas peças pode recriar-se os diferentes episódios que marcam a época natalícia.
 A criação do cenário que hoje é conhecido como presépio, provavelmente, deu-se já no século XVI. Segundo o inventário do Castelo de Piccolomini em Celano, o primeiro presépio criado num lar particular surgiu em 1567, na casa da Duquesa de Amalfi, Constanza Piccolomini.
Atualmente, o costume de armar o presépio, tanto em locais públicos como particulares, ainda se mantém em muitos países. Contudo, com o surgimento da árvore da Natal, os presépios, cada vez mais, ocupam um lugar secundário nas tradições natalícias. Porém, não perderam o seu encanto.  Além do encanto também não se apaga com o tempo,  as luzes que iluminam a "SIMPLES MANJEDOURA", onde nasceu o ILUMINADO MENINO JESUS, LUZ do mundo.


sábado, 19 de novembro de 2011

O SOL SE APROXIMANDO DE NÓS

                         O SOL SE APROXIMANDO DE NÓS

           Autor: Zé Renato Rodrigues
     Olhe no sol, e repare que ele vem de encontro com você. O planeta está cada vez mais aquecido. A única solução para refrescar nossa alma, é amar, cantar, soltar a voz.  Somente assim não percebemos: "O SOL SE APROXIMANDO DE NÓS".


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

A NOITE É UMA CRIANÇA




                 A NOIT E  É  UMA  CRIANÇA
 Autor: Zé Renato Rodrigues

         Não tenham medo da noite, a noite é uma criança, é inocente, sem maldade, porém, temos que ter medo da gente, quando sentimos saudade. Pois a saudade nos atenta, levando ao antro do vício, aí culpamos a noite por fazer parte desse indício.
  A noite é uma criança, o homem é o perigoso, culpa a noite em seu caminho, mas não enxerga que o caminho que escolheu é tortuoso.





quarta-feira, 2 de novembro de 2011

CABOCLO NATO


"CABOCRO  NATO "



Autor: Zé Renato Rodrigues - (Poema)
Eu que sô um cabocro nato, que nasci nos cafundó, 
Numa tapera de sapé amarrada de cipó, lá no meio do mato,
Aprendi com meu avô que tem que sê respeitadô,
Mor de falá bom dia, boa tarde tem que tirá o chapéu,
Oiá pro céu e agardece o CRIADOR.
Eu que sô um farastero, já andei partes do mundo,
Num andei o mundo inteiro, mas já fui peão fui boiadero,
E em toda minha andança num vi nada mais precioso
Que escuitá as história dos mais idoso
Vê o sorriso de uma crinça,
Os bom conseio do Pai e da Mãe quirida,
É coisa linda na vida, e num apaga da lembrança.
Na infância que eu vivi tudo isso eu vi,
E guardei na recordação as coisa linda do sertão:
Os passarinho na mata feliz cantando,
O gado no pasto berrando, o cavalho relinxando,
O batido da portera, a poera da boiada 
E o berrante repicando.
O carro de boi no estradão, os cocão choramingando
E um carrero acompanhando.
O murmúrio da cachoeira.
A chuva caindo na serra e o vento assoprando,
O Sor a Lua namorando,
O prefume das fror nos campo se espaiado,
E os vagalume misturado com o prefume, vão piscando . . . 
Vão piscando. . .
E nas noite enluarada . . . 
Oh! que coisa divina!
O sereno cai, vira orvaio e vai prismando as campina!
E no luar cor de prata o cantadô apaxonado
Na janela da tapera fazendo uma serenata.
O galo cantando no pulero, o cachorro latindo no terrero,
Uma cabocra com o vestido de chita, no cabelo uma fita,
Oh! que coisa mais bunita é um encanto verdadero.
E entre coisa que eu já vi, tão linda!
Tem otra coisa ainda que o sertanejo se enche de felicidade!
Darveis inté chora lembrando um amor premero. . . mais gosta de vê:
 "É uma viola gemê com sodade nos braço de um violero" . . .



terça-feira, 18 de outubro de 2011

LUA ENAMORADA

      LUA ENAMORADA

Autor: Zé Renato Rodrigues
Lua enamorada luz dos poetas
Que divide o pranto com os apaixonados.
Lua enamorada  clareia as estradas
Por onde caminham deusas e fadas,
Levando saudades de um bem amado.
Lua enamorada  sombreia a tapera,
Recanto,  que triste o caboclo espera
Um grande amor que ficou no passado.

Lua enamorada que  corta as nuvens
Que vão vagueando no espaço do além.
Lua enamorada que escreve no céu
Poesias tão lindas que lembra alguém.
Lua enamorada que desafia
Toda magia da escuridão
Dos olhos boêmios que buscam nos bares
A moda de viola que vem do sertão. 

Lua enamorada que  assiste o urutau
No galho da árvore  em serenata.
Lua enamorada seus raios brilhantes
Afagam o verde das folhas da mata.
Lua enamorada que  prisma os campos
E enche de encanto as gotas de orvalho.
Lua enamorada  guia o viajor
Que perdeu seu amor ao passar no atalho.

Lua enamorada que pede em murmúrio
Que a brisa serena se ponha a sorrir.
Lua enamorada que implora às relvas
Pras flores da noite no chão não cair,
E leva o perfume ao poeta sozinho
Que em descaminhos decide seguir.
                          Lua enamorada estou indo embora,
                          Chegou minha hora vou me despedir.
                          O alvorecer pediu que eu vá . . .
                          Lua enamorada não vou mais chorar.



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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

PRIMAVERA

                      PRIMAVERA
 Autor: Zé Renato  Rodrigues

“A PRIMAVERA CHEGOU”. A estação do tempo mostra para nós, passageiros do mundo terreno, o quanto ainda temos que aprender, em nossa  viagem pelas  estradas da vida material.  As flores tão “solitárias” nos campos, parece nos ensinar, que devemos ser mais “solidários”, amando e respeitando a natureza, que ultimamente vive  a chorar. . .


                         

domingo, 14 de agosto de 2011

ALMA GÊMEA

Autor: Zé Renato Rodrigues - Letra e Música Gravada pela Dupla Sertaneja - Bruno e Rodrigo


Deusa do meu caminho 
Dona dos meus carinhos
Você nasceu para ser
E eu sou seu bem amado
Seu príncipe encantado
Nosso mundo é só prazer
Seu corpo me seduz
E um desejo nos conduz
A esse amor sabor de mel
Hoje então eu acredito
(Falado) 
Que nosso amor 
Numa estrela estava escrito
(Cantado)
Nosso amor estava escrito
Numa estrela lá no céu


Estava escrito numa estrela
Nos dois presos sem saída
Meu romance meu poema
Você é minha alma gêmea
Amor da minha vida


Minha alma gêmea






ANTIGA MORADA


Autor: Zé Renato - Letra e Música - Gravada pela Dupla Sertaneja Amaury e César Rey


Quanta saudade do meu tempo de menino
Os pequeninos vivem sem pensar em nada
Nunca esqueço minha doce infância
Onde nasci aquela antiga morada


Eu sei que era um casebre muito velho
Mas a mamãe tinha um lindo jardim em frente
Pois na saudade sinto perfume das flores
Chego até ver o passado em minha mente


Vejo o papai com a enxada em seu ombro
Os pés no orvalho caminhando para a roça
E a mamãe contente fazendo almoço
Eu a brincar na sombra dessa palhoça


O gado berrando bem ao longe na invernada
E a estrada amarelada de poeira
No pensamento vejo a velha jardineira
E eu menino feliz abrindo a porteira


Quanta saudade desse tempo que não volta
Quanta saudade do meu tempo de criança
Se existisse ainda aquela tapera
Eu buscaria um morão como lembrança